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O lado ecológico da Internet

Meu pai recentemente recebeu 20 dias grátis do Jornal Folha de São Paulo e gostei muito dos conteúdos que já tenho hábito de ler na própria internet. Apesar de gostar muito da qualidade das matérias, descobri o lado não ecológio desta mídia.

Todos sabemos que papel é fácil de reciclar, mas mesmo assim quanto de lixo temos só com papéis de jornais nas ruas e lixões do  Brasil e do mundo?

Não tenho a resposta para esta pergunta, mas sei que 1 exemplar que recebi no domingo tinha mais folhas que meu caderno de faculdade. Se apenas 1 exemplar tem isso tudo de papel, imagina os exemplares diários de todos os assinantes? Seria necessário tudo isso?

Eu vejo 3 alternativas para este problema:

- A 1° é fazer a coleta seletiva do material e reciclá-lo (muito dificil a conscientização de toda a população).

- A 2° é disponibilizar o jornal apenas na internet (já existe na internet, mas não são todos os públicos que têm acesso a este meio).

-A 3° é o próprio Jornal ficar responsável pelo recolhimento seletivo para a reciclagem do material.

Claro que estas alternativas não são fáceis de por em prática, pois necessita de muito dinheiro e vontade humana (vale lembrar), mas as 3 sendo feitas juntas viabilizará a continuidade do meio e redução significativa do lixo produzido.

Com isso, a Internet é um dos meios mais ecológicos, pois não há papel, não há plástico, não há lixo…. tudo é virtual. Alguns jornais como a Folha de São Paulo e o Jornal Correio estão atentos a esta potente mídia e à mudança que acontece todo dia.

Vamos acordar para o lado ecológico da Internet!

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